Eu trabalho com a terceira: a que os fatos sustentam.
é essa que dá consistência ao processoGuarda, convivência, alienação parental e medidas protetivas — conduzidos por quem passou anos como perita lendo depoimentos por dentro, antes de advogar por eles.
Role o documento. As marcações em vermelho ilustram o tipo de leitura que acontece em cada entrevista, em cada peça, em cada audiência — este trecho não corresponde a nenhum caso real.
Depoimento não se rebate com indignação. Se rebate com leitura técnica — e é isso que fortalece a condução de um processo.
Cada etapa existe para que a decisão final se sustente em fato — não na narrativa de nenhuma das partes.
Análise estruturada do relato e dos documentos, orientada pela experiência pericial, para identificar pontos de consistência, contradições e elementos que precisam ser comprovados. Quando houver necessidade de avaliação psicológica, ela é realizada separadamente, nos limites éticos e profissionais aplicáveis.
O que foi dito, o que não foi dito e o que se sustenta diante dos documentos do processo. É aqui que inconsistências como as do depoimento acima aparecem — e viram estratégia.
A condução jurídica é construída sobre o que resiste ao exame dos fatos. Num processo de família, quem grita mais alto costuma ser ouvido primeiro — quem demonstra os fatos constrói uma defesa mais consistente.
Quando a proteção é real, ela precisa ser provada com seriedade — não apenas alegada. A leitura pericial fortalece o caso de quem de fato precisa dela: na guarda, na regulamentação de convivência e na medida protetiva.
Quando a narrativa diverge do mérito probatório, é a análise técnica — não a indignação — que permite confrontar a acusação com os elementos do processo. Inclui identificação de padrões de alienação parental com evidência comportamental.
O compromisso não é com um lado. É com o que os fatos sustentam —
e isso protege os dois.
Atuação consolidada como perita em vara de família: entrevistas estruturadas, escuta de crianças sem revitimização, laudos em casos de guarda, violência e alienação. É um repertório incomum na advocacia de família, construído durante anos de atuação pericial.
No Direito de Família, essa base técnica se traduz em fundamentação técnica para a estratégia jurídica: saber o que uma perícia avalia, como um depoimento é examinado e o que um juiz precisa ver para decidir — porque eu estive do outro lado da mesa.
Duas formações. Uma única leitura do seu caso.
A experiência em psicologia e perícia contribui para a leitura estratégica do caso, respeitados os limites técnicos, éticos e profissionais de cada atuação — psicologia e advocacia não são exercidas simultaneamente sobre o mesmo processo ou a mesma parte.
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